Amazônia: no espírito da selva

Era mais um dia comum, quando de repente recebo uma mensagem da minha prima perguntando se eu tinha coragem e disposição de conhecer a Floresta Amazônica. De imediato topei, não sabia muito bem o que iria encarar, mas adoro uma boa aventura e nos damos muito bem viajando juntos, eu mais calado e organizado, ela mais comunicativa e bagunceira (risos). Sempre serei grato por esse convite.

A nossa trip começou de forma bem tranquila – talvez por já sabermos tudo que nos esperava nos dias seguintes – mas de forma enriquecedora. No primeiro dia, escolhemos dar uma volta pela cidade de Manaus e garimpar o que uma das maiores capitais do país tinha para nos proporcionar. Destaco a nossa visita ao Mercado Municipal, onde conhecemos a animada vendedora Gleicy, ao Teatro Amazonas, símbolo da cultura manauara, e ao restaurante Tambaqui de banda, local onde comemos muito bem e nos divertimos muito em um diálogo animado com os comissários da LATAM, amigos que fizemos espontaneamente durante as caminhadas pela cidade.

O segundo dia de viagem, como já esperávamos, foi muito mais agitado e impressionante. Já era uma prévia do que seria nossa aventura na selva nos próximos dias. Fomos até os rios Negro e Solimões, para ver o encontro das águas, visitamos o  Parque Ecológico do Januari e vimos as lindas vítória-régias, nadamos com os botos em seu habitat natural e na Aldeia Tuyuka dançamos e conhecemos os costumes de uma real tribo indígena. Ressalto aqui a emoção que senti em ver os índios nos mostrando as suas tradições. Foi rico demais presenciar algo assim tão perto.

Vivendo e sonhando in the jungle
Estava para começar a parte mais emocionante da viagem. Ansiosos demais. Seriam 3 dias na selva. Rumo ao inesperado e a experiência que, provavelmente, iria marcar para sempre as nossas vidas.

1º dia
Entramos em uma Kombi. Chegamos? ainda não. Entramos em uma voadeira. Chegamos? ainda não. Entramos em mais uma kombi. Chegamos? creio que não. Entramos em uma lancha. Chegamos, moço? Agora sim, e era incrível! Estávamos chegando na Pousada Juma Lake, um lugarzinho lindo, no meio da mata, onde seu restaurante é uma casa flutuante na beira do rio, seus funcionários são de uma humildade ímpar e sempre com um sorriso no rosto. Ah, não posso esquecer de falar que tinham muitos gringos no local, mas muitos mesmo, éramos, praticamente, os únicos brasileiros no espaço. Então bora “brasileirada”, bora valorizar as nossas riquezas!

Malas organizadas, nos preparamos para o primeiro passeio de canoa, onde seriam feitas observações dos bichos da região, a pesca de piranhas e contemplação do pôr do sol. Depois de jantar, fechamos o dia com chave de ouro, indo fazer a  focagem de jacaré, onde tiramos fotos e recebemos uma aula sobre o animal e sua preservação.

2° dia
No segundo dia de mata, acordamos cedo para contemplar o nascer do sol e os pássaros. Voltamos para a pousada e, após o café da manhã, fomos realizar uma caminhada na floresta. Durante o percurso, o guia mostrou e explicou diversas curiosidades, como informações sobre as plantas medicinais, técnicas de sobrevivência e ponderações sobre os bichos locais. Essa era a parte fácil do dia, mas a noite nos esperava, era o dia de dormir, de fato, na selva.

Saímos da pousada próximo do entardecer em busca de achar lenha para a fogueira e ir para a tão aguardada ilha. Chegando no local, o tempo passou muito rápido. Montamos a fogueira, organizamos as redes, colocamos os mosquiteiros (não esqueçam nem por um segundo de levar repelente), botamos o frango para assar e fizemos colheres e pratos rústicos. Estávamos famintos, só esperando a comida ficar pronta para comermos e irmos dormir antes que ficasse um breu total, mas foi nessa hora que nosso guia mais uma vez nos surpreendeu: ele nos convidou para entrar na canoa, pois iríamos observar as estrelas. QUE MOMENTO MÁGICO! Quando me dou por mim estou no meio de um rio, vendo um céu estrelado e o seu reflexo na água. FOI CENA DE FILME DE HOLLYWOOD! Para mim foi a experiência mais marcante da viagem, é inexplicável. Depois de curtir muito esse momento, voltamos para a ilha, comemos como esfomeados e nos preparamos para dormir.

A madrugada foi uma mistura de risos com medos. Eu, particularmente, sofri com a rede, não estou acostumado em dormir assim. Alguns sofreram com os barulhos dos animais. Outros com a imaginação. O imprescindível é dizer que todos, certamente TODOS, que viveram essa experiência saíram dali se sentindo vencedores e muito mais próximos de Deus.

3º dia
Fechamos o nosso roteiro visitando uma casa de Caboclos (nativos da região), aprendendo sobre seus costumes e hábitos. Na volta para Manaus nem sentimos o cansaço da longa viagem e de todas essas aventuras. A nostalgia de tudo que vivemos falava mais alto. Era uma mistura de saudade, mas com gostinho de conquista e de realização.

A viagem foi organizada através de um pacote feito com a Iguana Turismo. Seria bem difícil passar por tudo isso sem ter por perto guias e pessoas dedicadas ao nosso lado. Entre os diversos ótimos profissionais que nos atenderam, gostaria de deixar em evidência o guia Matheus, rapaz humilde e de um coração gigante, que passou a vida na floresta, e assim aprendeu tudo e um pouco mais sobre ela. Ele é a prova viva que quando queremos algo, o nosso esforço e dedicação são fundamentais para que tenhamos sucesso.
Desde que realizei esta viagem, sigo minha vida mais encantado com toda a riqueza que Deus permitiu que os homens usufruíssem e mais forte para derrubar as barreiras que aparecem pelo meu caminho, assim como o grande homem que me guiou pela selva.

Voando alto em Nikity

Já dizia o sábio Leonardo da Vinci, “uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para céu, pois lá você esteve e para lá você desejará voltar”. Ele estava certo. Voar foi uma das experiências mais indescritíveis de toda a minha vida. Uma emoção que vai ficar guardada para sempre na minha memória.
O dia começou como qualquer outro. Acordei cedo, tomei banho e fui para rua em busca de aventura ou de algum contato mais próximo com a natureza. Apesar de ter marcado tudo direitinho para o voo duplo de parapente, não me ligava ainda que estava indo para algo tão emocionante. Sabe aqueles dia que vai acontecer um grande evento, mas você ainda está meio desnorteado por causa do sono? Então, eu acordei assim.

Cheguei no local cedo e, ao reparar que a pista estava vazia, fui direto falar com o instrutor para começarmos a nos preparar para o salto. Foi nesse momento que comecei a ter noção do que estava acontecendo. Depois de equipado, perguntei se teríamos que correr para o precipício (parte que eu tinha mais receio), mas ele me explicou que devido a velocidade do vento, iríamos até a ponta da rampa e correríamos para cima (para o meu alívio).

Depois de estar lá no alto foi só curtir a paisagem, a brisa e algumas emoções (pedi para o instrutor brincar um pouco, para eu sentir que o esporte também tem adrenalina). Ver as cidades de Niterói e do Rio lá de cima é como se deparar com a mais profunda das poesias.

A descida foi super tranquila e assim fechei o meu incrível e inesquecível passeio. Agradeço demais ao meu condutor André Pacheco (Wolverine). Uma pessoa incrível, que se mostrou super atencioso e paciente com todos os meus questionamentos. Quem quiser mais informações ou o contato dele é só falar que eu passo em mensagem privada.

Afirmo que todos precisam ter uma experiência como essa, pelo menos uma vez na vida. É única. É motivadora. É inspiradora. E como Da Vinci já tinha me avisado, eu não consigo mais parar de olhar para o céu.

Fábrica Bhering: entre os souvenir’s e a arte

No último fim de semana descobri um lugar inovador na Zona Portuária carioca. Um espaço que transpira economia criativa e modernidade no estilo “carioquês” de ser.
A antiga fábrica de chocolates abandonada foi revitalizada e se transformou em um dos mais efervescentes pólos artísticos da cidade, reunindo sob suas estruturas rústicas diversos profissionais criativos das mais variadas áreas. No local, pode-se encontrar ateliês fotográficos e de artistas plásticos, escritórios de design e arquitetura, estúdios, oficinas de movelaria, grifes, brechós e diversos bistrôs.

Vale ressaltar, que o melhor dia para visitação é o primeiro sábado de cada mês, das 12h às 20h, pois os ateliês abrem suas portas para a visitação do público no evento “Circuito Interno”, com entrada gratuita e atrações especiais.
O prédio, construído em 1930, manteve suas características originais, preservando parte de seu maquinário e as paredes desgastadas pelos anos de abandono, entretanto, trouxe a criatividade do século 21 e se tornou, possivelmente, o complexo artístico mais completo do Rio, e perfeito para turistas, pois nele podem experimentar da nossa arte, culinária e souvenir’s.

Já conhece o CouchSurfing?

O projeto sem fins lucrativos, que vem conquistando o país, foi criado por Casey Fento, em 1999, e têm como objetivo conectar pessoas atrás de hospedagens gratuitas.
Apesar de ser uma ideia inicialmente meio doida, ainda mais em um mundo tão perigoso, o CouchSurfing vêm dando muito certo. Em 2012, a marca atingiu mais de 1 milhão de membros em 180 países. Além disso, o projeto possibilita um enriquecimento cultural único, com as diversas possibilidades de trocas de experiências.

Caso tenho ficado interessado siga esse passos para se cadastrar ou para, pelo menos, entender mais sobre:

  • Acesse o site clicando aqui. Hoje no site você pode entrar com seu nome e e-mail. Se desejar, pode fazer o cadastro usando seu login do Facebook.
  • Não se esqueça que seus dados serão o cartão de visita. Preencha o mais completo possível. A primeira impressão é a que fica. Para que não haja dúvidas que você realmente é uma pessoa idônea, poste fotos e informações específicas. Também existe a opção de verificação, o que torna o seu perfil mais confiável. Em coisas desse tipo, indico se identificar da melhor forma possível e procurar pessoas que façam o mesmo.
  • Você será perguntado se têm a disponibilidade de receber alguém na sua casa. Escolha a melhor opção e evidencie as características necessárias que seus hóspedes devem ter para evitar qualquer tipo de transtorno futuro.
  • Antes de começar a se hospedar ou a receber hóspedes, viaje bastante pelo site, se aprofunde ao máximo e leia todas as regras possíveis.

Bom… agora que já compreendeu, aproveite ao máximo e conheça todo esse mundão com a ajuda de pessoas assim como você, que amam viajar e trocar experiências.

Na Natureza Selvagem (Into the Wild)

Lhes apresento o filme que fala com a alma de quase todos os mochileiros. Creio que o desejo relatado pelo protagonista já pulsou no coração de todos que são apaixonados por viajar. Quantos jovens viajantes já não pensaram em desistir de tudo, inclusive seus investimentos e laços com uma família aparentemente estável, para viver uma vida solitária na natureza?

Foto: Divulgação

O filme biográfico, escrito e dirigido por Sean Pean, é uma adaptação do livro de Jon Krakauer e conta a história de Christopher McCandless (Emile Hirsch), um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos, em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, ele decide fazer a maior das suas viagens, e partir rumo ao Alasca.

Sucesso de público, a película concorreu a diversos prêmios expressivos e marcou uma geração. Até hoje, 11 anos depois de lançado, o mundo se lembra de Alex Supertramp (apelido criado por Christopher no período de viagens) como um dos grandes representantes do espírito aventureiro.

Brotas Hostel: o poder de um sonho

O 1º hostel de Brotas une conforto, comprometimento, cuidado e muito carinho.

É o local com o melhor custo-benefício da cidade e conta com: amplo espaço para relaxamento, piscina, 4 dormitórios, sendo 1 feminino, 1 duplo e 2 mistos, uma cozinha comunitária equipada, uma sala de televisão com tv a cabo, redes para descanso e leitura, churrasqueira, fogão a lenha e forno de pizza. Ou seja, ele conta com “coisa que não acaba mais”.

Foto:Divulgação

Em busca de descortinar o que tinha por trás daquele lugar de clima alegre e sossegado, conversei um pouco com a Gabi, idealizadora do Brotas Hostel. Na conversa, descobri a sua coragem e determinação em buscar os seus sonhos, além de uma grande demonstração do poder feminino.

Achei interessantíssimo o fato de uma mulher, em um país nitidamente machista, resolver sair de casa sozinha em busca dos seu sonhos, que, pelo o que eu entendi, era achar um lugar em que pudesse se sentir em casa.

Então, por trás deste hostel, que conta com inúmeras qualidades, existe ainda um “plus a mais”, que é a força de uma pessoa claramente determinada cuidando para que tudo saia de acordo com a necessidade dos seus hóspedes.

Nem preciso dizer porque indico esse lugar, né? Acho que depois desse resumo que fiz, basta você pegar as malas e partir pra lá!

Brotas é mais do que a terra do Daniel

Quando eu resolvi ir pra Brotas muitas pessoas me perguntaram sarcasticamente: – O quê que tem de bom para fazer por lá? Todos só sabiam da existência do lugar, por ser a terra dos famosos cantores João Paulo e Daniel, nada além.

Eu, pra ser bem sincero, escolhi esta cidade para passear porque tinha uma breve noção da sua riqueza cultural, mas principalmente porque era próximo do local que eu e uma amiga íamos trabalhar. Era uma forma de incrementar ainda mais a nossa viagem.

Hoje, depois de ter conhecido a fundo a terra do popular cantor sertanejo, posso responder aos curiosos que Brotas é um lugar esplêndido e que não perde em nada para outros famosos lugares de belas paisagens. Além disso, afirmo que está implícito em seu universo a calma e pureza do interior, mas também as aventuras e grandes histórias que todo bom lugar oferece.

Cachoeira Cassorova

Quando estiver por lá não deixe de conhecer o Rafting e as Areias que cantam, sem dúvidas as atividades mais populares da região. Entretanto elas não são as únicas possíveis de serem apreciadas. Irei detalhar todo o meu roteiro para que possam ver as diversas opções de passeios que existem no lugar.

Eu segmentei as atividades da seguinte forma:

PASSEIOS COM AGÊNCIA
Existem alguns passeios que só podem ser feito através de agências turísticas. Entre as diversas possibilidades escolhi os dois que detalho abaixo. Creio que mesmo para as pessoas super econômicas esse seja o momento de “abrir a mão”, pois são duas atividades que farão total diferença no seu percurso pela cidade. Ah, no pacote ganhei de brinde a trilha para conhecer a Cachoeira Cristal. Entre as diversas agências que existem por lá, eu indico a Território Selvagem, fui muito bem tratado e todos os passeios deram super certo.

Rafting
O Rafting é realizado nas águas do Rio Jacaré Pepira, considerado um dos melhores para a prática desse esporte. O bote inflável comporta até sete pessoas, e o curso do Rio é um prêmio da natureza aos praticantes que desbravam corredeiras, refluxos e quedas d’água.

Tirolesa Mega Tour
Uma das mais altas do Brasil, com seus imponentes 120 metros de altura para ninguém botar defeito. Esse é um dos passeios mais procurados da cidade, que engloba não apenas a tirolesa, mas sim quatro atividades em apenas uma.

Cachoeira do Cristal
Na Trilha da Cristal em Brotas os únicos ruídos que ouvimos são dos pássaros cantando em seu habitat natural e aquele barulhinho gostoso vindo da Cachoeira de 15 metros de altura.

PARQUES
São diversos parques. Praticamente todas as outras atividades (além daquelas das agências) que você fizer será dentro de um parque. A parte boa é que tudo está super bem preservado, a parte ruim é que todo parque cobra uma taxa, então aconselho pesquisar bastante e escolher seus preferidos, foi isso que eu fiz.

Parque dos Saltos
Localizado no centro de Brotas, SP, o Parque dos Saltos foi construído numa região de grande desnível do rio Jacaré Pepira para abrigar uma pequena usina hidrelétrica, atualmente desativada. Pontes e trilhas pavimentadas em ambas as margens do rio permitem agradáveis passeios pelo parque, que também conta com alguns espaços para descanso e contemplação.
Importante: É o único Gratuito
Rua Alfredo Mangilli, S/N – Santa Cruz

Hotel Fazenda Areia que Canta
O Hotel Fazenda Areia que Canta guarda uma riqueza natural que, dizem as lendas locais, pode ter sido responsável pelo nome da cidade. Em uma clareira entre as árvores, depois de uma curta trilha, surge uma lagoa de água cristalina que permite enxergar o fundo de areia muito branca. Do solo, a cada par de segundos, uma bolha enorme se forma e um buraco se abre no chão, de onde sai água pura a 21°C. Trata-se de uma nascente do Aquífero Guarani. A água que flui pelas frestas do solo (a nascente chega a liberar 70 mil litros por hora) esculpe os minúsculos grãos redondos de quartzo do solo.
Endereço: Rodovia Eng. Paulo Nilo Romano (SP 225), Km 124,5
Tel: (14) 3653-1382

Recanto das Cachoeiras
As cachoeiras de Santo Antônio (15 metros) e Roseira (55 metros) são acessíveis por trilhas fáceis e rápidas. O parque oferece bons pontos para observar as quedas – entre eles, uma ponte suspensa em madeira -, além de poços para banhos. O espaço é privado e oferece ainda opções de caminhada por trilha, arvorismo, cavalgada, tirolesa e rapel. Entre os serviços, lanchonete e vestiário. Uma piscina instalada no alto de um mirante é a pedida perfeita após a caminhada.
Endereço: Estrada Brotas x Patrimônio, Km 11 – Serra da Roseira
Tel: (14) 3653-4227
https://www.recantodascachoeirasbrotas.com.br/

Ecoparque Cassorova
No parque você pode encontrar duas cachoeiras, a Cassorova (45 metros) e a Quatis (42 metros), as duas são acessíveis por escadaria e caminhada. A segunda é bastante procurada para a prática de canyoning. A trilha de acesso à Cassorova é curta e dá para tomar banho na piscina natural na base da queda. Já a dos Quatis fica 1,5 km adiante.
Endereço: Fazenda Cossorova – Acesso pela estrada para Patrimônio, a 30 quilômetros do Cen
Tel: (14) 3653-5638
Valor: R$ 60,00 para acessar o Ecoparque e utilizar da estrutura (Piscina, cachoeiras, trilhas, banheiro, ducha). Obs: Atividades como tirolesa, arvorismo, canionismo e almoço no restaurante são cobradas a parte.
https://www.cachoeiracassorova.com.br/

ATIVIDADES EXTRAS
Cito as atividades extras, pois o lugar realmente não tem quase nada além da parte relacionada a área verde. As únicas programações que encontramos foram estas. Ps: Muitas pessoas irão falar para você ir em uma cidade vizinha chamada Jaú… não vá!

Brotas Beer
Para quem curte tomar uma cerveja artesanal.
R. Ângelo Martineli, 85 – São João
http://www.brotasbeer.com.br/inicial/

Planetário da Fundação CEU
Observar o céu noturno no planetário da Fundação Centro de Estudos do Universo, o CEU, é um belo programa. As sessões começam às 21 horas, e terminam às 23h15. Vá no inverno, quando o céu está limpo. No roteiro de visitação, observação em telescópios, sessão de cinema em uma sala com telão 180 graus. O filme mostra constelações, fenômenos naturais como a aurora boreal, viagens a planetas do Sistema Solar.
Endereço: R. Emílio Dalla Déa Filho, s/n – Campos Elíseos
Tel: (14) 3653-9995 / (14) 3653-4466
Integral – R$ 64,00 | Estudante – R$ 32,00 com apresentação de carteirinha
http://www.fundacaoceu.org.br/visitantes/

Tirolesa Mega Tour

Acho que depois de todos essas atividades citadas eu não preciso reafirmar que Brotas é um lugar que vale muito de ser visitado, né? Aí vai uma dica: permita-se conhecer lugares novos e poucos explorados, as vezes eles podem lhe apresentar mais do que lugares famosos e lotados de turistas. O Brasil é rico demais para gente resumir nosso turismo aos mesmos lugares de sempre.

Carnaval Ouro Preto 2018

Carnaval é aquele período onde a alegria transborda e os momentos são inesquecíveis.

O que mais me chama atenção nessa época, é o bom humor geral. Você pode estar na fila de um mercado ou em um ônibus lotado que as pessoas irão estar de bem com a vida. É um momento quase mágico, parece que a vida não tem problemas. Nos sentimos iguais.

Por tudo isso, escolher onde passar essa data é uma tarefa difícil. Não podemos errar. Já pensou passar uma semana de carnaval em um lugar que não tem nada pra fazer? Me dá até calafrios.

Depois de muito refletir, eu e meus amigos escolhemos Ouro Preto. Posso dizer tranquilamente que não me arrependo da escolha. Depois de um início duvidoso, a cidade mostrou o que tem de melhor. Foram blocos e festas marcantes regadas ao som de muita música e bebidas.

Lhe garanto que depois de muita zoeira e pegação a República “Saudades da Mamãe” nunca mais será a mesma!
Concluo afirmando que aos poucos vou aprendendo que eu posso estar no Rio ou em Minas, na Bahia ou no Recife, mas o que faz o meu Carnaval ser inesquecível são as pessoas que estão comigo nos momentos de risos e brincadeiras. Obrigado “time” por ter feito essa data ser mais um momento marcante em minha vida!

Descobrindo Porto Alegre

De todas as cidades do Sul que visitei, Porto Alegre é a menos turística. Claro que ela também merece ser visitada, pois apresenta diversas características enriquecedoras (assim como todo o Brasil), mas não é aquele lugar preparado pra receber o turista, tendo eventos e informações claras.

Procurei seguir o roteiro do dia a dia gaúcho. Percebi que está implícito nos cidadãos, pelo menos onde eu estava, uma motivação muito maior em sair a noite para barzinhos, do que caminhar durante o dia. Também observei o grande amor por seus clubes, tanto que uma das maiores festas envolvendo futebol que já vi foi a comemoração dos gremistas pelo título da libertadores. Bom… observei muitas coisas, não dá para falar tudo, mas para uma metrópole brasileira, onde a violência também já começou a tomar conta, até que a alegria está bem presente.

Casa de Cultura Mario Quintana

Quando estive por lá, passei por:

 Passeio de barco pelo Rio Guaíba
O passeio leva às ilhas próximas a Porto Alegre, passando por uma vila de pescadores, e a sua duração, que é cerca de uma hora, fica mais irresistível quando ganha as cores do pôr do sol. Os horários são variados e há saídas do Cais do Porto (Av. Mauá, 1050 – Centro) e da Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro).

Parque da Redenção / Farroupilha
O parque mais tradicional, tombado em 1997 como Patrimônio Histórico e Cultural da cidade, tem monumentos, palmeiras, pedalinhos, minizoo e orquidário espalhados por 38 000 m² de área verde, entre os bairros Bom Fim e Cidade Baixa.
Av. João Pessoa, s/n

Brique da Redenção – Passeio no Caminho dos Antiquários
No trecho que liga a Praça Daltro Filho à Praça Marquesa de Sevigné, compreendendo espaços das ruas Marechal Floriano Peixoto, Demétrio Ribeiro, Coronel Genuíno e Fernando Machado, há várias lojas com acervos incríveis. Aos sábados, ainda acontece uma Feira de Antiguidades na Rua Marechal Floriano, entre a Fernando Machado e a Demétrio Ribeiro.
Parque Farroupilha – Av. José Bonifácio, s/n – Farroupilha, Porto Alegre – RS, 90010-150

Passeio pela Gonçalo de Carvalho
Situada em meio a um grande túnel verde, a Gonçalo de Carvalho foi eleita a rua mais bonita do mundo. Apesar de não estar mais como era quando ganhou o prêmio, a rua continua merecendo visitação.
Rua Gonçalo de Carvalho

Mercado Público
Bem inferior ao de São Paulo, o Mercado fica no Largo Glenio Peres. Bom para almoçar.
Praça 15 de Novembro

Passeios na Usina do Gasômetro
Era um dos centros culturais mais importantes do Estado, hoje está meio abandonado. Sem dúvidas existem diversos outro espaços culturais bem melhores pela cidade.
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h até 21h; Sábado e domingo das 10h até 21h
Av. Presidente João Goulart, 551

Casa de Cultura Mario Quintana
É um dos centros culturais mais completos da América Latina. Fiquei impressionado com a sua estrutura. A forma de passear pelos espaços é bem impressionante e fotográfica.
Horário de funcionamento De terças a sextas-feiras: 9h às 21h / Sábados, domingos e feriados: 12h às 21h
Rua dos Andradas, 736

Parcão / Moinhos de Vento
Cercado por vias movimentadas, é um verdadeiro oásis no meio do bairro Moinhos de Vento. Um lago e muito verde dão o clima de sossego ao lugar, que nos fins de semana se torna point de piqueniques entre amigos. Nos fins de tarde, crianças brincam no parquinho infantil artesanal, repleto de brinquedos de madeira.
Sempre aberto
R. Comendador Caminha, s/n

Parque Moinhos de Vento

Museu de Ciências e Tecnologia da PUC
Um verdadeiro parque temático que estimula a curiosidade científica e os sentidos de adultos e crianças. São três andares de interatividade em mais de 800 experimentos científicos e tecnológicos. Interagir, mexer, experimentar, tocar, ouvir, sentir é a palavra de ordem no MTC, onde uma bicicleta simula a geração de energia; no Giroscópio Humano, a falta de gravidade é total; e nos 30 aquários marinhos, a sensação é de estar dentro do oceano.
De terça a sexta-feira: das 9h às 17h / Sábado e domingo: das 10h às 18h / Segunda-feira: fechado
Inteira: R$30 | Meia-entrada: R$ 15
Avenida Ipiranga, 6681 (Campus da PUC)

Café no museu Iberê Camargo
Depois de visitar as mostras do museu Iberê Camargo, um dos principais da Capital, vale terminar a tarde assistindo ao  sempre belo pôr-do-sol do Guaíba.
Endereço: Av. Padre Cacique, 2000
Nas quartas, quintas e sextas está aberto, mas tem que ser realizado agendamento prévio de grupos de no mínimo 20 pessoas

Jardim Botânico
Ótimo espaço para quem adora estar em contato com a natureza.
Valor: R$ 5
O Jardim Botânico é aberto à visitação de terça a domingo, das 8h às 17h.
O Centro de Visitantes atende ao público de terças a sextas-feiras das 8h às 17h.
R. Dr. Salvador França, 1427

Jardim Botânico

A cidade que foi destacada em 2010 pela ONU como a Metrópole nº 1 em qualidade de vida do Brasil, hoje em dia já não é mais tão brilhante, entretanto, é notável a vontade dos gaúchos em levar a vida de uma forma mais leve.

No meu campo tem Canela

Localizada na Serra Gaúcha, Canela é sinônimo de sossego e possui uma estrutura singular. São diversos parques e espaços públicos lotados de araucárias e outros tipos de vegetação. É uma cidade muito florida.

Infelizmente não passei tanto tempo por lá, mas deu para fazer bastante coisa e perceber que, quando comparada a sua maior concorrente turística Gramado (localizada apenas a sete quilômetros de distância), é uma cidade mais calma e econômica. Como vocês poderão ver no roteiro abaixo, rodei bastante e tentei conhecer ao máximo, de acordo com o tempo que tinha.

Catedral de Pedra

Existem diversas formas de chegar na cidade, se estiver indo direto do Aeroporto, é só pegar o ônibus da Citral. Caso esteja indo de Gramado, apesar de ter a possibilidade de utilizar transporte público, eu indico ir de uber. O preço não sai caro e você consegue chegar em todos os espaços com extrema facilidade.

Apesar de ser super aconchegante, não achei que Canela têm tanta coisa para fazer, quando estive por lá passei por:

Parque do Caracol
Um complexo de 25 hectares que abrange um lindo espaço verde.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30.
Ingressos: R$ 10 (adultos) e R$ 5 (crianças e idosos).
Telefone: (54) 3282-3035
Endereço: RS- 466, km 1

Alpen Park
Parque de diversão animado que oferece atrações como montanhas-russas, tirolesas e quadriciclos.
Tel: (54) 3282-9752
Site:
www.alpenpark.com.br
Endereço: Rodovia Arnaldo Oppitz, 901

Catedral de pedra
Foi eleita uma das sete maravilhas do Brasil em 2010, pelo portal de noticias Terra. Após a eleição, ela ganhou um sistema de iluminação externa. A noite quando as luzes são acessas, a Catedral de Pedra é iluminada com show de luzes coloridas, uma vista deslumbrante para os moradores e turistas de Canela.
Horário de funcionamento: Consulte através do telefone de contato
Entrada: gratuita
Telefone: (54) 3282.1132
Endereço: Praça da Matriz, 53 – Centro – Canela

Parque da Serra / Bondinho Aéreo
Teleféricos coloridos com vistas de áreas selvagens e da famosa Cascata do Caracol.
Tel: (54) 992059810 / (54) 992061225
http://www.parquesdaserra.com.br/index.php/home
Horário: 09h às 16h
Ingresso: R$42
Endereço: Estrada da Ferradura, 699

Bondinho aéreo

Dentro do meu mini-mochilão pelo Sul, passei apenas 1 dia por lá, é um lugar lindo! A origem do seu nome vem de uma árvore, e em troca, Canela nos dá uma aula de preservação natural.