Trilha e rapel na Pedra da Tartaruga

Eu ouvi você dizer medo?

Medo sempre foi um problema e uma solução em minha vida. Sempre tive medo do escuro, mas umas das exposições que mais amei foi a Diálogo no escuro, onde o visitante fica em um breu total. Sempre tive medo de perder pessoas que gosto e, após isso acontecer, amadureci e aprendi a dar mais valor a vida. Tenho medo constantemente de altura e vivo fazendo esportes que enfrento isso de uma forma drástica.

Novamente apareceu a oportunidade de enfrentar esse medo de altura. Tiver a chance de apreciar, mais uma vez, o prazer que é fazer rapel. Foi a minha segunda vez praticando esse esporte, mas foi a primeira vez que fiz na Pedra da Tartaruga.
A Pedra da Tartaruga é um refúgio rochoso com 98 metros de altitude, localizada na região das Praias Selvagens de Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Esse lugar fantástico fica dentro do Parque Estadual da Pedra Branca. Para chegar ao seu topo, você terá que enfrentar uma trilha leve, tendo raras dificuldades. Para os amantes da natureza, é um passeio que vale à pena mesmo se você não for fazer rapel. Vá cedo, pois o local nos fins de semana fica lotado.

O rapel de lá também é tranquilo, tem cerca de 40 metros de altura. Ele começa no formato positivo, com o praticante encostando o pé na pedra, e depois passa para o formato negativo, sem o contato dos membros inferiores com qualquer tipo de “meio”(pedra, parede, etc). O ponto crítico deste tipo de rapel é a passagem do positivo para o negativo, pois temos que ir nos aproximando aos poucos da pedra antes de desencostar de vez.

Quando for fazer procure um profissional qualificado para o esporte. Eu fiz com a empresa Trilhando Guaratiba. Equipe muito atenciosa e animada. Indico muito o passeio e a equipe.

Espero que essa publicação lhe encoraje um pouco a superar seus medos. Sei que parece clichê, mas quando nos superamos tudo que fazemos fica muito mais prazeroso.
Como chegar?
A caminhada começa na Praia de Barra de Guaratiba. Uma opção de transporte público é o BRT. O visitante deve descer na estação do BRT de Ilha de Guaratiba, seguir a pé até o ponto de ônibus 867 que tem como ponto final a Praia de Barra de Guaratiba.

American sniper

Sniper Americano é um filme de drama biográfico dirigido por Clint Eastwood e escrito por Jason Hall. Adaptado do livro “American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History”, o filme conta a história real de Chris Kyle (Bradley Cooper), atirador de elite das forças especiais da marinha americana. Durante cerca de dez anos ele matou mais de 150 pessoas, tendo recebido diversas condecorações por sua atuação na Guerra do Iraque.
banner_americansniper2Bradley interpreta o clássico texano que sonha em ser cowboy. Abalado com os atentados de 11 de setembro de 2001, ele decide se juntar às forças especiais da marinha americana e acaba servindo na Guerra do Iraque.  O filme também é estrelado por Sienna Miller, Luke Grimes, Kyle Gallner, Sam Jaeger, Jake McDorman e Cory Hardrict em papéis coadjuvantes.

Crítica de um crítico
Para o crítico de cinema Pablo Villaça “Sniper Americano indubitavelmente trata seu protagonista como um herói, jamais colocando a moralidade de suas ações em dúvida e, com isso, contribuindo para transformar em ícone alguém que não merecia sequer ser tratado como anti-herói.” Já o crítico Márcio Sallem qualificou o protagonista Chris Kyle como “Um rapaz de inteligência limitada e ignorante às nuances da guerra, porém disposto a abandonar a família e sacrificar a própria vida pelo sonho utópico (e ufanista) que lhe é vendido como real”.

Crítica positiva
O filme foi um sucesso imenso de público, faturando mais de US$ 300 milhões só nos EUA. Para terem uma ideia da força do número, isto é maior que a bilheteria somada de todos os outros sete indicados a Melhor Filme no Oscar 2015.

Crítica negativa
O livro é melhor que o filme, como acontece em vários casos. No livro existem detalhes que poderiam conter na película.

Whiplash

O filme que tem uma atuação brilhante de J. K. Simmons, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante, , conta a história de um jovem baterista (Miles Teller) que sonha em ser o melhor de sua geração. Com o treinamento do reverenciado e impiedoso mestre do jazz, Terence Fletcher (J.K. Simmons), o músico começa a ultrapassar todos os seus limites, inclusive tomando atitudes que jamais pensou que tomaria.
la-et-mn-whiplash-review-20141010O filme foi precedido por um curta-metragem homônimo de dezoito minutos, com Johnny Simmons (sem relação com J.K Simmons) no papel de Andrew. O curta recebeu o prêmio do júri de melhor curta-metragem do Festival de Sundance de 2013. Obteve apoio do programa de longa-metragem do Instituto Sundance e do SAG para a produção do longa-metragem, que contou com Jason Reitman como um dos produtores executivos. Apresentado no mesmo festival, em 16 de janeiro de 2014, foi premiado com os prêmios da audiência e do júri. Seus direitos foram adquiridos pela Sony Pictures Classics.

O longa é ambientado em Nova Iorque, porém gravado em locação em Los Angeles. “Caravan” de Juan Tizol e “Whiplash” de Hank Levy são as duas composições citadas e executadas. Há traços autobiográficos no roteiro escrito pelo diretor, que também foi um estudante de bateria e sofreu com a rudeza de um professor.

Crítica positiva
“Whiplash – Em Busca da Perfeição” (título brasileiro) não é precisamente um filme sobre jazz, mas é um longa que irá encantar os apaixonados por música. É uma obra sobre a busca da perfeição e os limites que as pessoas estão dispostas a atingir para alcançar suas ambições.