Descobrindo Porto Alegre

De todas as cidades do Sul que visitei, Porto Alegre é a menos turística. Claro que ela também merece ser visitada, pois apresenta diversas características enriquecedoras (assim como todo o Brasil), mas não é aquele lugar preparado pra receber o turista, tendo eventos e informações claras.

Procurei seguir o roteiro do dia a dia gaúcho. Percebi que está implícito nos cidadãos, pelo menos onde eu estava, uma motivação muito maior em sair a noite para barzinhos, do que caminhar durante o dia. Também observei o grande amor por seus clubes, tanto que uma das maiores festas envolvendo futebol que já vi foi a comemoração dos gremistas pelo título da libertadores. Bom… observei muitas coisas, não dá para falar tudo, mas para uma metrópole brasileira, onde a violência também já começou a tomar conta, até que a alegria está bem presente.

Casa de Cultura Mario Quintana

Quando estive por lá, passei por:

 Passeio de barco pelo Rio Guaíba
O passeio leva às ilhas próximas a Porto Alegre, passando por uma vila de pescadores, e a sua duração, que é cerca de uma hora, fica mais irresistível quando ganha as cores do pôr do sol. Os horários são variados e há saídas do Cais do Porto (Av. Mauá, 1050 – Centro) e da Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro).

Parque da Redenção / Farroupilha
O parque mais tradicional, tombado em 1997 como Patrimônio Histórico e Cultural da cidade, tem monumentos, palmeiras, pedalinhos, minizoo e orquidário espalhados por 38 000 m² de área verde, entre os bairros Bom Fim e Cidade Baixa.
Av. João Pessoa, s/n

Brique da Redenção – Passeio no Caminho dos Antiquários
No trecho que liga a Praça Daltro Filho à Praça Marquesa de Sevigné, compreendendo espaços das ruas Marechal Floriano Peixoto, Demétrio Ribeiro, Coronel Genuíno e Fernando Machado, há várias lojas com acervos incríveis. Aos sábados, ainda acontece uma Feira de Antiguidades na Rua Marechal Floriano, entre a Fernando Machado e a Demétrio Ribeiro.
Parque Farroupilha – Av. José Bonifácio, s/n – Farroupilha, Porto Alegre – RS, 90010-150

Passeio pela Gonçalo de Carvalho
Situada em meio a um grande túnel verde, a Gonçalo de Carvalho foi eleita a rua mais bonita do mundo. Apesar de não estar mais como era quando ganhou o prêmio, a rua continua merecendo visitação.
Rua Gonçalo de Carvalho

Mercado Público
Bem inferior ao de São Paulo, o Mercado fica no Largo Glenio Peres. Bom para almoçar.
Praça 15 de Novembro

Passeios na Usina do Gasômetro
Era um dos centros culturais mais importantes do Estado, hoje está meio abandonado. Sem dúvidas existem diversos outro espaços culturais bem melhores pela cidade.
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h até 21h; Sábado e domingo das 10h até 21h
Av. Presidente João Goulart, 551

Casa de Cultura Mario Quintana
É um dos centros culturais mais completos da América Latina. Fiquei impressionado com a sua estrutura. A forma de passear pelos espaços é bem impressionante e fotográfica.
Horário de funcionamento De terças a sextas-feiras: 9h às 21h / Sábados, domingos e feriados: 12h às 21h
Rua dos Andradas, 736

Parcão / Moinhos de Vento
Cercado por vias movimentadas, é um verdadeiro oásis no meio do bairro Moinhos de Vento. Um lago e muito verde dão o clima de sossego ao lugar, que nos fins de semana se torna point de piqueniques entre amigos. Nos fins de tarde, crianças brincam no parquinho infantil artesanal, repleto de brinquedos de madeira.
Sempre aberto
R. Comendador Caminha, s/n

Parque Moinhos de Vento

Museu de Ciências e Tecnologia da PUC
Um verdadeiro parque temático que estimula a curiosidade científica e os sentidos de adultos e crianças. São três andares de interatividade em mais de 800 experimentos científicos e tecnológicos. Interagir, mexer, experimentar, tocar, ouvir, sentir é a palavra de ordem no MTC, onde uma bicicleta simula a geração de energia; no Giroscópio Humano, a falta de gravidade é total; e nos 30 aquários marinhos, a sensação é de estar dentro do oceano.
De terça a sexta-feira: das 9h às 17h / Sábado e domingo: das 10h às 18h / Segunda-feira: fechado
Inteira: R$30 | Meia-entrada: R$ 15
Avenida Ipiranga, 6681 (Campus da PUC)

Café no museu Iberê Camargo
Depois de visitar as mostras do museu Iberê Camargo, um dos principais da Capital, vale terminar a tarde assistindo ao  sempre belo pôr-do-sol do Guaíba.
Endereço: Av. Padre Cacique, 2000
Nas quartas, quintas e sextas está aberto, mas tem que ser realizado agendamento prévio de grupos de no mínimo 20 pessoas

Jardim Botânico
Ótimo espaço para quem adora estar em contato com a natureza.
Valor: R$ 5
O Jardim Botânico é aberto à visitação de terça a domingo, das 8h às 17h.
O Centro de Visitantes atende ao público de terças a sextas-feiras das 8h às 17h.
R. Dr. Salvador França, 1427

Jardim Botânico

A cidade que foi destacada em 2010 pela ONU como a Metrópole nº 1 em qualidade de vida do Brasil, hoje em dia já não é mais tão brilhante, entretanto, é notável a vontade dos gaúchos em levar a vida de uma forma mais leve.

Cheguei a Trancoso ou ao paraíso?

Cheguei a simpática vila de Trancoso achando que já tinha visto o melhor da Bahia. Então, fui sem expectativas, basicamente só pra concluir o circuíto que havia planejado. São nessas horas que sempre somos surpreendidos, não é mesmo?

A cidade que foi fundada pelos Jesuítas, no início da colonização portuguesa, como aldeamento para catequização dos índios, nos faz lembrar aqueles filmes hippies dos anos 70. Mistura paz, energia, alegria.

Sentado nos gramados do Quadrado, pude vê as crianças brincando como se não existisse violência no Brasil. Despreocupadas, elas só riam e se divertiam. Fez parecer improvável uma infância nas favelas do Rio, assim como a minha.

Trancoso parece ser uma música que fala de sonhos bons. Entrega a sua verdade na poesia dos seus mares, rios e juventude. Esse lugar falou comigo como poucos falaram. Me fez ver a beleza da simplicidade, seja numa festa em uma casinha de barro com uma linda fogueira ao fundo, ou simplesmente por subir em uma árvore, só para ver as águas cristalinas de um ângulo diferente.

Praia dos Nativos

Acho muito difícil definir um roteiro “certinho” desse lugar charmoso e regado de coisas boas, por isso vou lhes contar tudo que fiz e conheci de bom e, assim, vocês podem ver o que lhes interessam.

– Caminhar até Arraial d’Ajuda
Cerca de três horas de caminhada – 12 quilômetros ao norte – separam as praias de Trancoso das de Arraial d’Ajuda. Vá apenas na maré baixa para que os rios do caminho não se tornem intransponíveis. Há barracas no percurso que tem como sequência as praias de Rio da Barra, Taípe, Lagoa Azul, Pitinga, Parracho e Mucugê.

– Praias
A maneira mais agradável de conhecer as praias de Trancoso é caminhando. A partir da praia dos Nativos, uma das mais próxima da vila, o destino é a Rio da Barra, que é mais deserta (direção Arraial d’Ajuda). Já saindo da praia dos Coqueiros, ponto de parada de excursões, chega-se a Rio Verde, Itapororoca e Itaquena (direção praia do Espelho). Dá para chegar de carro em algumas praias, seguindo por estradinhas de terra, mas nem sempre há estacionamentos por perto.

– Quadrado
A praça, que abriga a igrejinha e um campo de futebol, é emoldurada por amendoeiras e casinhas coloridas que funcionam como bares, restaurantes e lojas. De dia, o Quadrado é uma tranquilidade só. Ao entardecer, porém, ganha vida com o movimento no comércio e o vai-e-vem de nativos e turistas.

Vista do Quadrado

– Borboletário Asas Mágicas
Aberto em 2015, o borboletário Asas Mágicas é indicado para as famílias.
Tel: (73) 998175910 / (73) 998176287
Site: http://www.asasmagicas.com.br/
Endereço: BR-367, Km 57 (próximo ao trevo para Trancoso)

– PRECISO DESTACAR A PRAIA DO ESPELHO
Escondida entre os povoados de Trancoso e Caraíva, a praia do Espelho é considerada uma das mais encantadoras da Bahia. Eleita diversas vezes como uma das praias mais bonitas do Brasil, é perfeita para apreciar a natureza, as águas azuis que formam piscinas naturais e as gigantescas falésias brancas e avermelhadas. Quando estiver por lá, você também pode aproveitar para conhecer a Aldeia de Itaporanga, um lugar que vai te permitir conhecer um pouco das origens dos índios Pataxós, e também comprar os seus artesanatos por um preço mais acessível.

Praia do Espelho

Depois de curtir isso tudo, era a hora de concluir o meu mochilão. Foram momentos e lugares mágicos. A emoção sempre vai vir junto com as lembranças. E fica a dica: fechar em Trancoso é fechar com chave de ouro. Como já dizia Renato Russo, estou indo de volta pra casa.

Um sonho chamado Morro de São Paulo

Já imaginou um lugar que tenha belezas naturais, festas maneiras o tempo todo, gente bonita e animada e ainda fique situado em uma ilha paradisíaca? Sim, esse lugar existe e tem nome: Morro de São Paulo. Localizado na Ilha de Tinharé, esse pedacinho do paraíso precisa ser visitado e apreciado por todos os amantes da natureza e da vida.

Minha experiência por lá foi “devastadora”. Sem dúvidas o lugar que mais amei conhecer no meu mochilão pela Bahia. Vou tentar te contar um pouquinho como foi.

TERÇA
Cheguei lá numa terça-feira estranha. O dia tinha começado com sol, mas durante todo o percurso de Catamarã peguei chuva e um mar bastante agitado. Enfim… depois de muita emoção cheguei no porto. A primeira coisa que você vai reparar quando chegar por lá são nos populares “taxis”, garotos com carrinhos de mão oferecendo (em troca de dinheiro) para carregar sua mala pelas ladeiras de morro. Gastei um tempinho para me localizar, reconhecer o território e guardar a mala. O dia já estava terminando mas, como sempre, não gosto de perder nenhum minuto da viagem, então fui explorar. Me indicaram ir em direção a tirolesa, pois lá de cima dá para ter uma visão mais ampla das praias e da cidade. Fiz o que me disseram, mas percebi que próximo de onde eu estava tinha um outro caminho que levava a uma nova possibilidade, e lá fui eu. Encontrei, provavelmente a vista mais linda do lugar. Um mirante natural, com uma visão perfeita do céu e do mar. Foi surreal. Dica: coloque como certo esse local no seu roteiro. Pois é de graça, está aberto o tempo todo e é perfeito tanto para apreciar, quanto para tirar lindas fotos.

Mirante Natural

Depois de curtir o que dava do fim de tarde, busquei me informar sobre a programação da região. Descobri que cada dia é caracterizado por ter certas festas e eventos. Foi ótimo, porque já pude me organizar pra comprar ingressos e também perceber que ia gastar um pouco mais do que planejava. A terça era dia da festa do bambu, um hostel que fica escondido bem dentro da mata e privilegia artistas com vontade de mostrar o seu talento, ou seja, se você tem um dom musical e não tem vergonha de mostrar, vai lá que terá a oportunidade de tocar com outros grandes músicos. Esse evento é mais sossegado, não lota, não tem custo algum para participar e é realizado num período de matinê, pois as festas dentro dos hostel’s, por lei, tem horário de duração.

– Farol
Próximo a um mirante que proporciona uma bela vista, o farol é uma estrutura que não pode ser visitada. Ele é mais utilizado para demarcar uma àrea. Não tem atividades turísticas ou culturais.

QUARTA
Estava afoito querendo conhecer as famosas praias. Dormi mal por causa da ansiedade e de um mosquitinho chato que apareceu ao meu lado (depois me dei conta que ele devia tá por lá porque esqueci meu tênis debaixo da cama e ele estava bem sofrido). Ao acordar me deparei com um tempo ainda estranho, fiquei com receio, tomei café e fui em direção da praia sem desanimar. Chegando lá o tempo já não estava mais tão feio. Deitei na areia. Me distrai. De repente reparo que todas as nuvens sumiram e o sol estava naquela potência condizente ao que eu lia na internet e com a quantidade de protetor que levei. Minha alegria era clara e meu agito constante. Fui destrinchar o lugar. Conheci a primeira, a segunda e a terceira praia, que são pontos fáceis de se conhecer, pois ainda estava receoso de outra mudança do clima. Um pouco mais tarde e mais confiante, fui em busca de um passeio maior. Resolvi ir andando até Gamboa, praia famosa pela sua argila medicinal.

Voltei à tardinha e já fui me organizar para ir ao evento de quarta: o Teatro. Uma boate que é divida em duas partes, metade fica tomada por ritmos locais e latinos, a outra parte fica sendo embalada pela música eletrônica. Esse local já tem mais a cara das noitadas paulistas e cariocas, tanto no estilo, quanto nos preços. O ingresso teve valor de R$50 e a festa durou até o sol nascer.

– Primeira Praia
É pequena, mas é a praia com mais diversões no mar. Tem muitos hotéis e pousadas e é a mais próxima da vila.

– Segunda Praia
É a praia mais badalada, não só durante o dia como à noite. Praia que conta com a maior diversidade de bares e restaurantes. Os principais eventos realizados na areia acontecem aqui, inclusive o popular luau.

– Terceira Praia
Tem cerca de 800 metros de extensão. É dessa praia  que partem os passeios para outros lugares da região. Sua faixa de areia é pequena e na maré alta o mar atinge o muro onde fica a ruela da orla.

– Caminhada até Gamboa
Se a maré estiver baixa você poderá fazer uma caminhada do cais do Morro até a Gamboa, passando pelas praias do Porto de Cima e da Ponta da Pedra. Antes de chegar em Gamboa está a encosta de argila, parada obrigatória para passar a argila por todo o corpo, que segundo dizem os moradores tem função esfoliante. Confesso que nesse momento me empolguei e passei argila até no cabelo (risos). A caminhada, se for feita de forma tranquila, dura cerca de 30 minutos.

QUINTA
Já deu para reparar que nesse lugar quase não se dorme né? Depois de 2 horas de sono, parti para a empreitada do dia: o passeio de lancha Volta à Ilha. Neste passeio, que detalho melhor abaixo, tive a oportunidade de conhecer um grupo de paulistas e mineiros muito animados, pessoas incríveis que, provavelmente, terei contato pelo resto da vida. O passeio foi indescritível. Conheci lugares lindos, comi ostra pela primeira vez e me diverti um bocado. Para quem tiver interessado, relato que existem diversas agências na ilha que fazem esse passeio, mas indico que procure a que tem o grupo mais animado, faz toda a diferença. O preço gira em torno de R$100, mas se for em baixa temporada utilize seu poder de negociação.

E, antes que esqueça, destaco aqui a festa deste dia: o luau. Foi neste evento que conheci uma menina super especial, que fez a minha estadia em Morro ser ainda mais prazerosa e empolgante, e que sempre estará guardada de forma positivamente linda na minha memória. O luau não é muito bem um luau. É mais uma festa gratuita na praia. Com direito a diversas caixas de som, este evento também invade a madrugada.

– Passear de barco Volta à ilha
Há dois passeios de barco pela ilha. O mais procurado e conhecido é o Volta à Ilha, que dura o dia todo. De manhã, a programação começa pela piscina natural da Praia de Garapuá, com águas quentes e cheias de peixes. Depois, o barco segue para as bonitas piscinas de Moreré, na Ilha de Boipeba. Após o desembarque na Praia de Cueira, caminha-se pela orla por Tassimirim para chegar à Boca da Barra (centrinho de Boipeba), onde há uma breve pausa para o almoço nas barracas pé na areia (pago à parte). À tarde, a navegação segue pelo Rio do Inferno e faz mais duas pausas nas cidadezinhas de Canavieiras e de Cairu.

– Forte
O forte é visto logo na chegada da cidade. Ele foi usado como ponto estratégico, principalmente para proteger a cidade de Salvador. Junto do forte fica uma antiga senzala ou prisão (não se sabe ao certo) com um túnel que vai até a igreja principal. O forte é escolhido pelos visitantes da ilha principalmente para admirar o pôr do sol.

SEXTA
Para variar, na sexta também não dormi quase nada. Mesmo lesado, era a hora de conhecer o que restava do passeio. A festa deste dia foi na Toca do Morcego. A entrada para casal tem o valor de R$50 para cada. Indo solteiro paga R$70.

– Quarta Praia
Uma praia mais extensa e mais deserta, em compensação também é a mais bonita entre as praias de mais fácil acesso. Quando a maré está baixa é possível ver a grande quantidade de corais. Essa eu fui pra relaxar.

– Quinta Praia
É a praia mais distante do centro, parecida com a quarta praia, mas de difícil acesso. É quase uma praia particular para os que ficam nos resort’s e em hotéis próximos.

– Toca do Morcego
A Toca do Morcego é o lugar mais famoso para ver o sol se pondo. O espaço cobra R$10 pela entrada e oferece esteira, almofadas e um cardápio com bebidas e petiscos. A casa não abre nos meses de maio, junho e na primeira quinzena de julho. Na baixa temporada, o horário de funcionamento é das 16h30 às 22h.

– Mirante da Tirolesa
É um lugar propício não só para quem pretende descer pela tirolesa de 320m de altura (R$ 70), como para quem quer ter uma vista geral da cidade. Um triste fato é que eles não deixam você saltar segurando algo, ou seja, não da para tirar aquelas fotos iradas da gopro.

SÁBADO
Foi o dia mais difícil, o dia da despedida. Foram poucos dias, mas muito intensos. Parecia que já conhecia o lugar com a palma da minha mão e já tinha amizade com os moradores há anos.

Uma viagem recheada de histórias e momentos inesquecíveis. Morro é um daqueles lugares que cravam uma saudade eterna no seu coração. Cada detalhe, cada conversa, cada passo, vão ficar sempre guardados no meu coração.

Piscinas naturais de Moreré (Ilha de Boipeba)

COMO CHEGAR?
Transfer aéreo: A opção mais cara e rápida para se chegar até morro. A viagem dura cerca de 3o minutos e o valor gira em torno de R$435,00. Como sou pobre, esse é o máximo de informação que tenho sobre essa possibilidade, desculpe (rs).

Transfer marítimo: seu tempo de viagem é aproximadamente de 2 horas e trinta minutos, podendo variar para 3 horas, dependendo das condições climáticas e ventos no mar. O local de partida (catamarã e lancha) é no Terminal Marítimo de Salvador, próximo do Mercado Modelo, na Cidade Baixa. A chegada em Morro é no porto (cais), localizado próximo à vila (centro) ao lado da Fortaleza. Na época em que fui, o trajeto custou R$ 96,50 por pessoa. Os preços e os horários são tabelados, então não tem muito para onde correr.

Transfer semiterreste: Vá para o Terminal Hidroviário de São Joaquim e de lá siga em direção a Bom Despacho, localizado na Ilha de Itaparica – o trajeto dura em média 40 minutos. Pegue um ônibus até Valença. Saltando no Terminal Rodoviário de Valença vá para Terminal Marítimo do local, e de lá pegue os barcos rápidos que vão para Morro. Se você não quiser fazer todo esse processo por conta própria, contrate um pacote com uma agência, que terá alguém lhe orientando e guiando por todo o circuito. Essa opção custa em torno de R$90.

No cerrado encontrei Brasília

Essa foi a primeira vez que viajei na dúvida de está fazendo uma escolha acertada. Todo mundo que eu informava sobre a trip me perguntava: – O quê você vai fazer em Brasília? E mesmo tendo pesquisado diversos passeios no lugar, não sabia ao certo o que responder. Não é um território famoso turisticamente falando. Normalmente quem vai pra lá é para seguir depois para a Chapada ou para Caldas Novas. Mas hoje, posso afirmar tranquilamente que a capital do país vale sim ser visitada e reafirmo ainda mais a minha teoria: todo estado tem algo de bom a lhe apresentar, mesmo que seja só uma coisa, mas sempre vai valer à pena conhecer um lugar novo!

O meu tour pela cidade projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, começa ainda no Rio de Janeiro, pois era a primeira vez que minha mãe iria entrar em um avião (logo logo teremos mais detalhes sobre essa emoção contada por ela mesmo, em sua coluna no blog). Sim, esta foi mais uma aventura de mãe e filho, até porque o mochilão é para todos. Depois de passar por essa primeira adrenalina, fomos em busca do que a terra de JK tinha para nos mostrar.

Congresso Nacional

Dia 1
O primeiro dia é aquele meio perdido, que você tem o roteiro na mão, mas não sabe muito bem o que fazer. Pede informação na recepção e eles nem sabem que o lugar que você quer ir existe. Pergunta para as pessoas na rua e elas te dão 500 possibilidades de chegar no lugar, sendo que você só quer uma. Resumindo: o primeiro dia é o momento de se ambientar. E foi isso que fizemos, nos comunicamos e aprendemos como andar na cidade, que tem as ruas com nomes diferentes. Ah, e  também compreendemos que o Uber é fundamental para passear por lá. Neste primeiro dia fomos:

• Torre de TV
Famosa pela vista e pela feira, a Torre de TV é visita obrigatória para os turistas que vão pela primeira vez à capital.
Horário de visitação do mirante: Segunda-feira, das 14h às 20h. De terça a domingo, das 8h às 20h.
Funcionamento da feira: Sábados, domingos e feriados, de 9h às 18h.
Entrada gratuita.
Eixo Monumental, s/nº, Brasília – DF

• Museu Nacional
É um espaço que insere Brasília no circuito internacional das artes e mostra o que há de melhor na arte brasileira. O espaço é utilizado para exposições itinerantes de artistas renomados e temas importantes para a sociedade.
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9h às 18h.
Contato: (61) 3325-5220 / museunacional@gmail.com

Teatro Nacional Cláudio Santoro
O principal teatro da cidade tem projeto de Oscar Niemeyer e é todo revestido com cubos desenhados por Athos Bulcão. A obra de arte chamada” O sol” faz o espaço brincar com as sombras: a cada hora do dia forma novos desenhos na fachada.
Endereço: SCTN, Via N2, Asa Norte, Brasília – DF – CEP: 70070-200

Dia 2
Já estávamos mais desgastados, entretanto, mais preparados para seguir o roteiro. Dessa vez, estudamos bastante o mapa local e seguimos um passo a passo, para não perder tempo, até porque este era o dia mais cheio de atrações. Nesse dia conhecemos:

• Memorial JK
No lugar onde foi realizada a primeira missa da nova capital da República, o ponto mais alto dentro da cidade, está o espaço que homenageia o presidente que idealizou Brasília. O Memorial JK guarda a história da família Kubitschek e do seu mais ilustre membro, o presidente Juscelino, que recebe o visitante com um “aceno” ainda do lado de fora. O espaço é surpreendente, conta a história de forma rica e detalhada. Me impressionei bastante com o lugar.
Horário de visitação: de segunda a domingo, das 9h às 18h.
Entrada: R$ 10
E-mail: cultural@memorialjk.com.br | Telefone: (61) 3225-9451
Endereço: Praça do Cruzeiro, Eixo Monumental , Brasília – DF – CEP: 70070-300

• Jardim Botânico
Primeiro Jardim Botânico do Brasil com um ecossistema predominante de cerrado. Vale destacar que o lugar tem um espaço todo planejado para piqueniques, e que vale muito à pena ser conhecido e aproveitado. De terça a domingo, das 7 às 8h50, o acesso ao JBB é permitido somente a pedestres e ciclistas, sem cobrança de ingresso.
Horário de visitação: de terça à domingo, das 9 às 17 h.
Entrada: R$ 5. Crianças até 12 anos incompletos, idosos a partir dos 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam ingresso.
Endereço: SMDB, Área Especial, s/n – Lago Sul

• Pontão do Lago Sul
O passeio ao longo das margens do Lago Paranoá atrai centenas de visitantes nos finais de semana. O espaço tem belos jardins, restaurantes e decks que permitem ver um sensacional pôr do sol. Ótima pedida para quem tem a tarde para relaxar ao ar livre.
Horário de visitação: domingo e segunda, das 7h à 0h. Terça a quinta, das 7h à 1h. Sexta e sábado, das 7h às 2h.
Entrada gratuita
Endereço: SHIS, QL 10, LT. 1/30, Lago Sul, Brasília – CEP: 71630-100

• Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB
O mais democrático espaço cultural da cidade oferece exposições, teatro, shows e cinema gratuitamente ou por valores simbólicos. No CCBB é certo encontrar excelentes mostras culturais, sempre de altíssima qualidade. Na minha opinião esse é o melhor CCBB entre todos os outros. É o que tem mais interação e mais espaços ao ar livre.
Horário de visitação: terça a domingo, das 9h às 21h
Contato: (61) 3108-7600
Endereço: 
Sces, Trecho 2, lote 22, Asa Sul, Brasília – DF – CEP: 70200-002

• Ponte JK
Um dos monumentos mais fotografados da capital, a Ponte JK é parada obrigatória para o turista que visita Brasília.
Endereço: Via L4 Sul / Lago Sul QL 24/26, Asa Sul/ Lago Sul, Brasília – DF

Dia 3
No terceiro dia as coisas já estavam mais tranquilas. Já dava para curtir uma piscina ou um lago com mais calma. Nesse dia fomos aos locais que moradores da região tinham nos indicado, então posso dizer que eles curtem bastante o que fizemos, principalmente o lago que fica no Dom Bosco, ponto certo para ficar lotado.

• Estádio Mané Garrincha
Estádio Nacional de Brasília “Mané Garrincha” é um estádio de futebol e arena multiuso brasileiro.
O Estádio Nacional está aberto para visitação todos os sábados de 9h às 11h30.
Endereço: 
SRPN – Asa Norte, Brasília – DF, 70070-701

• Ermida Dom Bosco
A área verde à beira do Lago atrai esportistas, famílias para piqueniques e muitos visitantes para ver o pôr do sol (o mais bonito de Brasília). Por ser uma área bem limpa do Lago Paranoá, é comum banhistas se aventurarem a nadar e tomar sol.
Endereço: Estrada Parque Dom Bosco, QI 29, Lago Sul, Brasília – DF

Dia 4
O último dia de viagem, foi o momento de se envolver mais com a politica nacional. Rodamos os principais cenários de decisões importantes para o país. E mesmo quem não gosta tanto do tema, tem que fazer uma visita aos locais, o sacríficio será recompensado. O aprendizado é gigantesco.

• Congresso Nacional
A imagem das duas torres de 28 andares – as mais altas da cidade – com uma cúpula côncava (Senado) e outra convexa (Câmara) é o mais famoso cartão-postal de Brasília. Sede do Poder Legislativo, o Congresso Nacional é o grande foco das manifestações populares que acontecem na cidade.
Horário de visitação: das 9h30 às 17h, todos os dias do ano
Endereço: 
Praça dos Três Poderes, Brasília – DF – CEP: 70160-900

• Palácio do Itamaraty
Os arcos que compõem a fachada diferenciam o palácio de todos os outros prédios da Esplanada dos Ministérios. O projeto paisagístico de Burle Marx leva vida ao concreto. A melhor visita guiada entre todos os espaços que visitei.
Horário de visitação: segunda a sexta, das 14h às 16h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 15h30. Agendamento pelo telefone: (61) 3411-8051.
Endereço: 
Esplanada dos Ministérios – Via S1 – Bloco H, Asa Sul, Brasília – DF – CEP: 70170-900

• Parque da Cidade (Parque Sarah Kubitschek)
O parque é um dos prediletos entre os moradores para a prática de exercícios ao ar livre.
O parque permanece aberto 24hs,  todos os dias da semana.
Endereço: entradas pelo Eixo Monumental, pelo Setor Sudoeste e pelas quadras 901, 906 e 910 Sul.

Palácio Itamaraty

Curiosidades
Não há esquinas e  as áreas comerciais são separadas de acordo com a atividade comercial exercida. Há, por exemplo, a rua das farmácias, a rua dos restaurantes, o Setor de Indústria, o Setor de Gráficas… Eu mesmo fiquei no Setor Hoteleiro. As distâncias entre um lugar e outro geralmente são enormes, mas as avenidas são largas e bem arborizadas. Ah, lá praticamente só se anda de carro particular, uber ou táxi, os transportes públicos praticamente não são utilizados, e caminhar, num clima tão seco, também é muito raro.

Conclui-se que…
Eu adorei! Mais um lugar riquíssimo que foi conhecido. Mais uma viagem que deu certo. Mais uma experiência junto a minha mãe. Mais pessoas e culturas que conheci. A viagem novamente só teve “mais”, só pluralidade, só acréscimo. Vou me esforçar para que seja sempre assim. Sempre viajando e crescendo com os novos lugares que vou conhecendo.

A positividade de Sana

Distrito de Macaé, o vilarejo de Sana esbanja paz e positividade. No lugar, além de calmaria e diversão, encontramos um contato íntimo com a natureza, através do famoso circuito das águas, pertencente a Área de Proteção Ambiental do Sana, e a pesada trilha do Peito do Pombo.

Arraial do Sana é bem pequeno, dá para ser percorrido, tranquilamente, a pé, ou seja, é um lugar fácil de se montar um roteiro. Exatamente por esse motivo já chegamos no local bem determinados a fazer o que planejamos: conquistar tudo que pudéssemos em um só fim de semana.
Começamos nossa empreitada indo em direção ao circuito das águas. Para chegar até o início dessa leve trilha, é preciso atravessar uma pequena ponte, andar alguns minutos por uma estradinha de terra, passando por um estacionamento pago, até a guarita de entrada. Nesta guarita o visitante terá que se registrar e pagar um valor de R$10,00 para poder seguir pelas cachoeiras.

Depois de pagar, irá andar poucos minutos e avistará a primeira bifurcação, com uma placa indicando o caminho que leva a Cachoeira do Escorrega. Este tobogã natural ficou muito popular devido a diversão que proporciona e sua acessibilidade a todos os públicos. Como é um local que não oferece grandes riscos, muitas famílias frequentam esta cachoeira.

Já escorregou bastante? Então vamos retornar a trilha principal e seguir adiante. O caminho se torna uma subida um pouco mais íngreme e escorregadia. Em poucos minutos irá aparecer uma segunda bifurcação. Para continuar no circuito das águas o visitante deverá virar à esquerda, passar um portão de madeira e seguir a trilha atravessando um rio. Observe bem as setas indicativas e muito cuidado ao atravessar o rio sobre as pedras.

Passando pelo rio, a trilha vira uma subida um pouco mais íngreme e fica mais fechada. Em pouco tempo de caminhada você irá encontrar uma descida, à direita, que leva ao poço da Cachoeira Mãe (tem esse nome por ser possível visualizar o rosto de Nossa Senhora na queda d’água). Será preciso descer pela rocha com auxílio de uma corda. Lá embaixo tem um bom ambiente onde as pessoas ficam relaxando. Algumas pessoas saltam do alto da rocha direto no poço.
Voltando à trilha, você deverá subir mais um pouco para encontrar a Cachoeira Pai. Uma queda d’água de aproximadamente 15 metros caindo direto num poço bem fundo. Nesse poço também é possível saltar, mas tenha cuidado, já ocorreram acidentes no local, então pergunte aos funcionários se a cachoeira está em condições apropriadas para saltos. Do poço da Cachoeira Pai se tem acesso à Cachoeira Filho. As pessoas costumam descer escorregando por ela até o poço mais abaixo.

Mais à frente, após a Cachoeira Pai, chegamos a última cachoeira: a Cachoeira Sete Quedas. Esta cachoeira é composta por uma queda d’água que segue por 7 degraus em harmonia com a natureza. Essa cachoeira, juntamente com as cachoeiras do Pai, Mãe e Filho, formam o Circuito das Águas. Passando por esta cachoeira, é possível atravessar o rio e subir por uma trilha curta, no meio da mata, que leva até a trilha do Peito do Pombo. Apesar dessa boa possibilidade, preferimos retornar e deixar para fazer esta outra trilha no dia seguinte, bem cedo, com mais calma.
No domingo, assim que o sol nasceu, nos arrumamos e partimos para a trilha do Peito do Pombo, seguindo o caminho sem passar pelas cachoeiras e sem ter que pagar nenhuma taxa. A exaustiva trilha levou cerca de 5h20, ida e volta, e nos presenteou com uma linda vista lá do alto. Posso dizer que essa trilha, de 1400 metros de altitude, merece ser conquistada por todos que passarem pela região. Para quem quiser saber mais detalhes sobre a minha experiência sobre esta trilha é só clicar neste link.
Foquei mais em lhe contar sobre os passeios naturais, até porque é o que tem de melhor no local. Mas saiba que tudo em Sana respira boas vibrações, isso vai da natureza as pessoas, por isso que curto tanto está por lá.

Como chegar

Carro: Chegando em Casimiro de Abreu, o motorista deve seguir pela BR-142, subindo a serra no sentido Nova Friburgo e desviar para Barra do Sana, pegando a Estrada Frade-Sana, passando pelo Portal do Sana, na ponte da Amizade (que cruza o Rio Macaé), até o Arraial do Sana. A Estrada Frade-Sana é uma estrada de terra em péssimas condições, com muitos buracos e pedras. É curta. Tem em torno de 6 km de extensão apenas, mas exige bastante atenção do motorista pra não danificar o carro.

Ônibus:
Chegar de ônibus na região é relativamente fácil, apesar de cansativo. Basta pegar um ônibus para Casimiro de Abreu, saltar na rodoviária, e depois pegar um ônibus direto para Sana, eles passam de 2 em 2 horas. Tenha cuidado para não chegar muito cedo para não ficar mofando e nem muito tarde para não perder o último bus.

A natureza reina em Teresópolis

Localizada no interior do Rio, Teresópolis mostra, com todo seu charme, a harmonia e beleza de uma natureza bem conservada. Em toda sua extensão (repleta de rios, cascatas e rica flora e fauna), dou destaque ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, uma unidade de conservação situada no maciço da Serra dos Órgãos, que também abrange os municípios de Guapimirim, Magé e Petrópolis.

Sem dúvidas, é um dos melhores parques do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil, são mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Entre os passeios disponíveis na parte pertencente a Teresópolis, destaco as 4 trilhas que mais gostei:

  • Trilha Suspensa
    Esta famosa trip tem um caminho bem tranquilo de ser percorrido, tendo apenas 1300 metros de caminhada reta. A trilha, iniciada na Praça da Barragem, possui piso de madeira e corrimão, permitindo acesso até a cadeirantes. No trecho final a trilha atinge grandes alturas em relação ao solo (até 8 metros) e permite belas visões da floresta e dos paredões.
  • Trilha Mozart Catão
    É mais uma trilha leve , que nos leva até Mirante Alexandre Oliveira, com vista para a cidade de Teresópolis e o Parque Estadual dos Três Picos, ao fundo. Uma curiosidade é que os nomes da trilha e do mirante é uma homenagem a dois alpinistas da cidade, mortos ao tentar escalar a face sul do Aconcágua, em 1998.
  • Trilha Cartão Postal
    Esta bela trilha, com acesso pela Estrada da Barragem próximo à pousada, cruza área de floresta com belas vistas da montanha e dá acesso a um mirante voltado para a cadeia de montanhas da Serra dos Órgãos, proporcionando ao visitante um novo ângulo de observação do Dedo de Deus do meio da floresta. No caminho é possível observar algumas grandes árvores, como o jequitibá. Apesar de ter apenas 1200 metros alguns consideram esta trilha moderada, pois é uma subida constante em uma escada natural.
  • Trilha da Pedra do Sino
    A Pedra do Sino é o ponto culminante da Serra dos Órgãos com 2.275m e lá do alto a vista alcança toda a Baía de Guanabara, a cidade do Rio de Janeiro e parte do Vale do Paraíba, no lado continental. São cerca de 11 km (cinco a seis horas) de caminhada desde a sede do Parque, em Teresópolis, a 1.100 metros de altitude, até o cume. O primeiro trecho é mais leve, por dentro da mata. Na parte final, a trilha é acidentada.

Para mais informações e detalhes sobre outros passeios acessem o site do parque.

 Preços?

Quando ir?
Todos os dias, das 8h às 17h (todas as sedes). É permitida a entrada no parque entre 6h e 8h e entre 17h e 22h, mediante compra antecipada de ingressos.

Como chegar?
A entrada principal do Parque Nacional da Serra dos Órgãos fica na área urbana de Teresópolis, na Avenida Rotariana s/nº (que interliga a BR 116 Rio-Bahia, na altura do km 89,5 à cidade), com acesso bem sinalizado. A entrada do parque fica ao lado da ponte sobre o Rio Paquequer, na entrada da cidade, próximo ao Mirante do Soberbo e ao Portal da Cidade.

Na BR 116, sentido Rio-Teresópolis, na altura de Magé, existe a praça do pedágio administrado pela CRT, com cobrança bidirecional. Há cobrança de pedágio também no sentido Teresópolis-Magé-Teresópolis.