Abraçando a arte no MAR

O Museu de Arte do Rio é composto por dois prédios de estilos arquitetônicos totalmente diferentes: o diversificado Palacete Dom João VI e uma construção que originalmente funcionou como terminal rodoviário. O espaço nos aproxima da arte de tal forma que nos faz sentir abraçado.
O passeio começa no terraço, com uma vista deslumbrante para a zona portuária, sem dúvidas minha parte preferido do museu. Em seguida, o visitante percorre os quatro andares do Palacete, que abrigam exposições temporárias e obras do acervo permanente – documentos, aquarelas de Santiago Calatrava e uma escultura de Aleijadinho. O museu, localizado na Praça Mauá, fica abeto de terça a domingo, das 10h  às 17h, e tem o ingresso no valor de R$20 reais, sendo que às terças a entrada é gratuita.
Vale destacar que o museu foi premiado com o título de melhor construção de 2013, ano da sua inauguração, na categoria museu, pelo voto popular, do maior prêmio internacional de arquitetura do mundo, o Architizer A+ Awards. O MAR concorreu com os museus Heydar Aliyev Center (Azerbaijão), New Rijksmuseum (Holanda), Zhujiajiao Museum of Humanities & Arts (China) e com o Danish Maritime Museum (Dinamarca).

Museu de Arte Moderna (RJ)

O museu que fica localizado no Parque do Flamengo, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, apresenta uma estrutura inovadora.  Sua arquitetura é a obra mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy.  Apesar de o lugar ser lindo e contar com uma natureza alucinante, o local também está habitado por muitos moradores de rua, o que afasta um pouco o público, por medo de possíveis assaltos.
dsc_0750O espaço fica aberto à visitação de terça a domingo e conta com três andares de exposições. Achei o ingresso, no valor de R$14,00 reais, um pouco caro se compararmos com o preço das entradas dos outros museus do Rio.

Ainda assim, é um ponto turístico marcante e fundamental para quem quer fazer um tour completo pela cidade.

História
O episódio mais marcante da história do MAM ocorreu no dia 8 de julho de 1978, quando um incêndio causado ou por um cigarro ou por uma falha elétrica, destruiu 90% de seu acervo, principalmente obras de Picasso (cabeça cubista e um Retrato de Dora Maar), Miró, Salvador Dalí, Max Ernst, René Magritte, Ivan Serpa, Manabu Mabe e muitos outros, além de todos os trabalhos presentes em uma grande retrospectiva de Joaquin Torres García.

Após extensos trabalhos de restauração o Bloco de Exposições voltou, em 1982, ao funcionamento. Entre 1993 e 2002, o museu recebeu doações de coleções particulares de Gilberto Chateaubriand, cerca de 4.000 obras, inclusive telas de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e gravuras de Oswaldo Goeldi, entre outras.
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